quinta-feira, junho 4, 2026

Descubra a origem do jogo Jenga, a história completa de Leslie Scott, como um passatempo familiar em Gana nos anos 1970 virou sucesso mundial e cultural

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Da sala da família em Gana aos palcos do mundo, a origem do jogo Jenga revela como um conjunto simples de blocos virou ícone cultural e comercial, segundo sua criadora

A designer britânica Leslie Scott lembra que a ideia do jogo nasceu no convívio familiar, numa casa em Gana, nos anos 1970, como uma brincadeira entre parentes e amigos.

O que começou como um passatempo doméstico foi sendo ajustado, testado e levado além do círculo familiar, até se transformar em um produto que ganhou lojas e prateleiras em vários países.

Nas próprias palavras de Scott, a trajetória é curiosa e improvável, e ajuda a entender a força de um jogo simples que atravessou fronteiras, conforme informação divulgada pelo g1

A invenção na casa dos pais em Gana

Segundo relatos de Leslie Scott, a origem do jogo está ligada ao cotidiano da família, com blocos de madeira usados para diversão, conversas e experimentos lúdicos entre gerações.

O formato básico, a sensação de risco a cada movimento e a necessidade de equilíbrio foram aperfeiçoados nesse ambiente doméstico, antes de qualquer intenção comercial.

Transformação em sucesso internacional

Com o passar do tempo, a proposta caseira chamou atenção fora da família, e a criadora foi adaptando as regras e o design para um público maior, até alcançar mercados internacionais.

A história mostra como um brinquedo de origem familiar pode virar um fenômeno cultural, quando reúne simplicidade, desafio e apelo social, conceitos centrais na explicação da origem do jogo.

Legado e curiosidade

Hoje, a narrativa de Leslie Scott sobre a origem do jogo funciona como exemplo de invenção baseada em tradição e convivência, e ajuda a entender por que jogos simples resistem ao tempo.

Mais do que um objeto comercial, a trajetória do jogo lembra que muitas invenções começam em um ambiente íntimo, ganham forma com o uso cotidiano, e, assim, atravessam culturas.

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