quinta-feira, junho 4, 2026

Colapso do Arco do Amor em Puglia no Dia dos Namorados, Arco Sant’Andrea desaba após chuvas intensas e levanta alerta sobre ciclones no Mediterrâneo

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Formação rochosa conhecida como Arco do Amor desmoronou em 14 de fevereiro na península de Salento, após temporais no Adriático, provocando comoção e questionamentos sobre erosão costeira

O arco natural que era chamado de Arco do Amor ruiu no sábado, 14 de fevereiro, dia associado à Festa degli Innamorati, ou Dia dos Namorados.

O ponto turístico, oficialmente chamado de Arco Sant’Andrea, estava entre as maiores atrações da península de Salento, no sul da Itália, e era palco frequente de pedidos de casamento.

O desmoronamento ocorreu após fortes chuvas que atingiram a costa do Mar Adriático, e foi recebido com tristeza pela população local.

conforme informação divulgada pelo g1

O que foi registrado no local

Imagens e relatos mostram que parte da formação rochosa cedeu e caiu sobre o mar em um único evento, eliminando um dos arcos naturais mais fotografados da região.

O episódio chamou a atenção porque ocorreu justamente no Dia dos Namorados, quando visitantes costumam buscar o local para cerimônias e pedidos, e porque simbolizava, para muitos, a paisagem costeira da península de Salento.

Reação das autoridades e da comunidade

O prefeito de Melendugno, Maurizio Cisternino, afirmou, segundo o g1, que “É um golpe devastador. Um dos pontos turísticos mais famosos do nosso litoral e de toda a Itália desapareceu”, expressando a comoção local.

Moradores e comerciantes locais lamentaram a perda, enquanto equipes técnicas avaliarão riscos adicionais de erosão e segurança na costa.

Contexto climático e eventos recentes

A queda do arco não é isolada no Mediterrâneo. O mar tem registrado ciclones e tempestades mais violentas após ondas de calor e temperaturas elevadas, segundo reportagens recentes.

Em 25 de janeiro, o ciclone Harry destruiu uma encosta em Niscemi, na Sicília, abrindo uma fenda de 4 km de extensão que engoliu ruas, casas e carros, conforme informado.

Tempestades no Mediterrâneo podem trazer ventos de cerca de 100 km/h e ondas de até 15 metros de altura, aumentando o risco de deslizamentos e colapsos em falésias costeiras.

Impactos para o turismo e próximos passos

A perda do arco deve afetar o fluxo turístico da península de Salento, e autoridades locais agora avaliam medidas para proteção das áreas costeiras e orientação a visitantes.

Especialistas e gestores municipais precisarão monitorar a erosão, reforçar os alertas meteorológicos e planejar ações de prevenção, diante do cenário que tem mostrado eventos extremos mais frequentes.

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