quinta-feira, junho 4, 2026

Dólar recua a R$ 5,13 com foco em EUA, discurso de Trump, contas públicas e Nvidia, e Ibovespa avança renovando máxima histórica com entrada de capital

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Queda do dólar contrasta com alta do Ibovespa, investidores monitoram balanços da Nvidia, discursos do Fed e superávit primário de R$ 86,9 bilhões nas contas do governo

O dólar opera em queda nesta quarta-feira pela manhã, enquanto a bolsa brasileira segue em alta com renovação de recorde, em um dia de atenção a sinais nos EUA e nas contas públicas do Brasil.

Investidores avaliam o discurso de líderes americanos, resultados empresariais relevantes e dados fiscais nacionais, que juntos têm influenciado o fluxo de capitais e a cotação da moeda.

Conforme informação divulgada pelo g1, por volta das 10h20 a moeda americana recuava 0,47%, cotada a R$ 5,1311, e o Ibovespa tinha alta de 0,39%, aos 192.235 pontos.

O que está pressionando o dólar e os mercados globais

O movimento de queda do dólar chega após uma véspera em que a moeda caiu 0,26%, cotada a R$ 5,1553, e o principal índice da bolsa brasileira encerrou com alta de 1,40%, aos 191.490,40 pontos, uma nova máxima histórica, conforme o g1.

Nos Estados Unidos, o discurso do presidente Donald Trump no Congresso e a proximidade de balanços de empresas de tecnologia, em especial o da Nvidia, dominam o humor do mercado.

Além disso, dirigentes do Federal Reserve têm falas programadas ao longo do dia, e os índices futuros de Wall Street apontavam leves altas, com o S&P 500 subindo 0,1%, o Dow Jones avançando 0,1% e a Nasdaq ganhando 0,3%, segundo o g1.

Contas públicas brasileiras e impacto no câmbio

No Brasil, o Tesouro Nacional informou que o Governo Central registrou superávit primário de R$ 86,9 bilhões em janeiro, resultado abaixo da expectativa de superávit de R$ 88,8 bilhões, segundo o g1.

Em comparação com janeiro do ano passado, houve leve piora, já que em 2024 o superávit foi de R$ 88,84 bilhões, em valores corrigidos pela inflação, aponta a mesma fonte.

O resultado foi favorecido pela arrecadação federal, que atingiu o maior nível para o mês desde o início da série histórica da Receita Federal, em 1995, e contribui para melhorar o apetite por ativos locais, pressionando o câmbio para baixo.

Ibovespa, fluxo de capitais e setores em destaque

Com entrada de capital estrangeiro, o Ibovespa acumulava, conforme o g1, uma semana positiva e voltou a testar máximas, enquanto o indicador mostra ganhos no acumulado do mês e do ano.

Os dados oficiais apontam os seguintes acumulados para o dólar, conforme divulgado: Acumulado da semana: -0,40%, Acumulado do mês: -1,76%, Acumulado do ano: -6,07%.

Para o Ibovespa, os acumulados informados foram: Acumulado da semana: +0,50%, Acumulado do mês: +5,58%, Acumulado do ano: +18,85%.

Setores ligados a tecnologia e recursos naturais seguem no radar, especialmente diante das incertezas sobre tarifas e da atenção a notícias sobre insumos estratégicos, que têm atraído investidores globais.

Perspectiva prática para investidores e empresas

Na prática, a combinação de dados fiscais domésticos, discurso e decisões políticas nos EUA, e resultados corporativos, como o da Nvidia, tende a gerar volatilidade, com impacto direto em câmbio e ações.

Investidores domésticos e estrangeiros devem acompanhar próximos passos do Tesouro, desdobramentos das falas do Fed e os balanços corporativos, que podem reforçar ou inverter o movimento observado nesta sessão.

As informações e os números citados neste texto foram extraídos e adaptados conforme informação divulgada pelo g1.

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