quinta-feira, junho 4, 2026

Haddad defende aumento do imposto de importação sobre mais de 1.000 produtos, incluindo smartphones, com alta de até 7,2 pontos percentuais para proteger indústria nacional

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Ministro Fernando Haddad afirma que o aumento do imposto de importação tem objetivo arrecadatório e regulatório, e que medidas podem ser ajustadas pelo governo

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, defendeu o aumento do imposto de importação sobre mais de mil produtos, medida que atinge desde celulares até equipamentos industriais.

A elevação, anunciada no início do mês, pode chegar a até 7,2 pontos percentuais para os itens incluídos na medida, afetando setores e consumidores que recorrem a compras internacionais.

Segundo a informação divulgada, o governo diz que a iniciativa busca arrecadação e proteção da indústria, com a intenção de “proteger a produção nacional”, conforme informação divulgada pelo g1.

O que muda na alíquota

A mudança altera a alíquota aplicada na entrada de produtos selecionados, com aumento que pode alcançar 7,2 pontos percentuais. Entre os afetados estão smartphones, máquinas e equipamentos industriais.

O ajuste começou a valer após decisão tomada no início do mês, e a lista contempla mais de mil itens, o que amplia o alcance do imposto de importação e eleva a carga tributária incidente sobre compras feitas fora do país.

Impacto em consumidores e indústrias

Consumidores que compram eletrônicos no exterior, incluindo celulares, podem ver preços finais mais altos devido ao aumento do imposto de importação, assim como empresas que dependem de máquinas importadas.

Além de smartphones, a medida atinge caldeiras, geradores, turbinas e fornos industriais, equipamentos essenciais para alguns setores, o que pode encarecer investimentos e insumos.

Possibilidade de ajustes e críticas

Questionado sobre respaldo político e possibilidade de revogação, o ministro afirmou que o texto da medida permite que o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior faça ajustes, inclusive “zerando a tarifa, se necessário”.

A proposta já foi criticada pela oposição, que vê impacto sobre o consumidor, enquanto o governo aponta objetivos arrecadatórios e regulatórios, e reafirma a intenção de “proteger a produção nacional”.

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