quinta-feira, junho 4, 2026

China impõe tarifa de 55% sobre importações de carne bovina que ultrapassarem cota anual, Brasil, maior fornecedor, prevê ajuste nas exportações

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Tarifa de 55% sobre carne bovina entra em vigor em 1º de janeiro de 2026, tem duração de três anos, e pode alterar fluxo de compras chinesas, afetando o Brasil

A China anunciou que vai aplicar uma tarifa de 55% sobre carne bovina importada que exceder a cota anual, uma mudança que pode reconfigurar rotas comerciais e contratos internacionais.

Medida começa a valer nesta quinta-feira, 1º de janeiro de 2026, e tem duração de três anos. Brasil tem a maior cota entre os fornecedores.

O anúncio deve pressionar ajustamentos rápidos por parte de frigoríficos e traders, sobretudo no Brasil, maior fornecedor ao mercado chinês, conforme informação divulgada pelo g1

Como funciona a tarifa de 55% sobre carne bovina

A regra aplica um imposto extra de 55% sobre volumes que ultrapassem a cota anual definida para cada fornecedor. A intenção é limitar compras além do permitido, elevando o custo marginal da carne além da cota.

O que muda para o Brasil, maior fornecedor

Com o Brasil detendo a maior cota entre os fornecedores, empresas brasileiras podem manter parte das vendas dentro da cota, mas correm risco se os embarques superarem os limites.

Impacto no mercado e nos preços

Uma tarifa de 55% sobre carne bovina tende a reduzir demanda marginal da China por volumes extras, pressionando negociações e possivelmente levando a reajustes de preço para o comprador final.

Cenário para os próximos três anos

Ao vigorar por três anos, a medida pode estimular renegociação de contratos, busca por novos mercados e ajustes na produção. Exportadores e governo brasileiro terão de monitorar cotas e fluxo de embarques para minimizar efeitos.

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