quinta-feira, junho 4, 2026

Aumento do ICMS sobre gasolina, diesel e gás de cozinha começa em 1º, veja os novos valores, decisão do Confaz, dados da ANP e impacto no preço ao consumidor

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Novas alíquotas estaduais elevam o ICMS em R$ 0,10 por litro na gasolina, R$ 0,05 por litro no diesel e R$ 1,05 por botijão de gás, decisão tomada pelo Confaz em setembro

O aumento no Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre gasolina, diesel e gás de cozinha já está valendo a partir desta quinta-feira (1º).

Para a gasolina aumenta R$ 0,10 por litro, para R$ 1,57, diesel aumenta R$ 0,05 por litro, para R$ 1,17, e o novo ICMS sobre o gás de cozinha será de R$ 1,05 por botijão.

A decisão foi tomada pelo Conselho Nacional de Política Fazendária, Confaz, em setembro do ano passado, e este é o segundo ano seguido de aumento do ICMS sobre combustíveis, já tendo ocorrido reajuste em fevereiro de 2025.

conforme informação divulgada pelo g1

Quanto sobe e quais são os valores finais

O reajuste definido pelo Confaz eleva a cobrança estadual do imposto sobre os combustíveis e o gás, com os novos patamares de ICMS fixados em R$ 1,57 por litro da gasolina, R$ 1,17 por litro do diesel, e R$ 1,05 por botijão do gás de cozinha, valores que passam a vigorar a partir de hoje.

Como o reajuste foi calculado e quem participou da decisão

Segundo o Comitê Nacional de Secretários de Fazenda, Finanças, Receita ou Tributação dos Estados e do Distrito Federal, Comsefaz, o reajuste considera os preços médios mensais dos combustíveis divulgados pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis, ANP, no período de fevereiro a agosto de 2025 em comparação ao mesmo período de 2024.

Impacto na economia e no bolso do consumidor

Por ser considerado um preço chave, aumentos de impostos sobre combustíveis tendem a se alastrar por toda a economia, elevando custos de transporte e, por consequência, preços de produtos e serviços, com potencial de pressão inflacionária nos próximos meses.

Contexto e próximas repercussões

O movimento ocorre após mudanças na política de preço da Petrobras, que abandonou no começo do governo atual a política de paridade de preços, e reforça o papel dos tributos estaduais na formação do preço final, em um cenário em que governos estaduais e órgãos federais acompanham os efeitos no orçamento das famílias e na cadeia produtiva.

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