quinta-feira, junho 4, 2026

Petrobras vai atender solicitação do MPF sobre vazamento de fluido no poço Morpho em águas profundas do Amapá, e afirma que o material é biodegradável

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A Petrobras informou que recebeu um ofício do Ministério Público Federal do Amapá, que pediu esclarecimentos e documentos sobre perda de fluido de perfuração no poço denominado Morpho, em águas profundas do estado.

A estatal afirmou que o material perdido é biodegradável e atende aos parâmetros exigidos pela legislação ambiental, e que não houve dano ao meio ambiente nem risco à segurança da operação.

A companhia disse que vai enviar os esclarecimentos dentro do prazo estabelecido pelo MPF, conforme orientação do ofício recebido, conforme informação divulgada pelo g1.

O que se sabe sobre o ocorrido

Segundo a Petrobras, houve perda de fluido de perfuração durante atividades no poço Morpho. A empresa afirmou que “o material perdido é biodegradável e atende aos parâmetros exigidos pela legislação ambiental”, e que “não houve dano ao meio ambiente nem risco à segurança da operação”, palavras divulgadas pela estatal ao público.

O poço Morpho está situado a cerca de 500 km da foz do rio Amazonas, em águas profundas do Amapá, informação que ajuda a contextualizar a logística e o acompanhamento pelos órgãos fiscalizadores.

Medidas adotadas pela Petrobras

A companhia descreveu as ações tomadas logo após identificar os pontos de perda, entre elas:

  • Início de procedimentos para retirar à superfície as duas linhas onde foram identificados os pontos de perda,
  • Paralisação temporária das atividades de perfuração do poço Morpho, com a sonda mantida na mesma posição,
  • A Petrobras afirmou que não há problemas com a sonda ou com o poço, que permanecem em condições seguras.

Prazo e próximos passos exigidos pelo MPF

O ofício do Ministério Público Federal do Amapá solicitou que a estatal encaminhe todos os documentos já apresentados ao Ibama e a outros órgãos de controle, e que “deve mandar informações sobre o vazamento de fluido até esta quinta-feira (8)”, conforme o texto do pedido.

A Petrobras informou que responderá ao MPF dentro do prazo legal, e que as respostas incluirão os esclarecimentos e documentos solicitados, mantendo o acompanhamento técnico e regulatório da ocorrência.

Implicações e acompanhamento

Autoridades ambientais e fiscais seguem monitorando o caso, e a Petrobras destaca que, por se tratar de fluido com formulação que se deposita no fundo do mar até se biodegradar, não houve afloramento à superfície, segundo a explicação da companhia.

O caso continuará sob observação do MPF e dos órgãos ambientais, com respostas oficiais esperadas dentro do prazo mencionado, e com a Petrobras reiterando que continuará prestando os esclarecimentos solicitados.

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