quinta-feira, junho 4, 2026

China reabre importação de carne de frango do RS após embargo de mais de um ano, recuperação deve ajudar produtores gaúchos e retomar fatia do mercado chinês

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Medida oficializada pela Administração Geral das Alfândegas e pelo Ministério da Agricultura e dos Assuntos Rurais da China, anula comunicado anterior e reabre mercado para o RS

A medida revoga a proibição que estava em vigor desde 2024 por um surto da Doença de Newcastle e que causou uma queda de 1% nas exportações do estado no ano passado.

O texto anula um comunicado anterior, de 2024, que impedia as vendas gaúchas para o país asiático com base nos resultados de uma análise de risco.

A ausência do mercado chinês impactou o volume de carne de frango exportado pelo estado no ano passado, resultando em uma queda de 1%. Em 2024, a China foi o destino de quase 6% das exportações de frango do RS, conforme informação divulgada pelo g1.

O que mudou na relação comercial com a China

A Administração Geral das Alfândegas e o Ministério da Agricultura e dos Assuntos Rurais da China oficializaram a revogação, devolvendo a possibilidade de embarques do Rio Grande do Sul.

Com a decisão, a importação de carne de frango do RS volta a ser permitida por compradores chineses, após a avaliação dos riscos que motivou a suspensão em 2024.

Impacto nas exportações e no mercado gaúcho

A retirada do embargo deve ajudar a recuperar parte do volume perdido, especialmente porque a China representou quase 6% das exportações do setor no estado em 2024.

O efeito imediato pode ser limitado, porém a reabertura do mercado chinês tende a aliviar pressão sobre preços e logística para produtores e exportadores do RS.

Reação do setor avícola

O presidente da Associação Gaúcha de Avicultura, José Eduardo dos Santos, informou que o setor recebeu a notícia por meio de importadores e exportadores.

Produtores aguardam agora um comunicado formal do Ministério da Agricultura e Pecuária, para ajustar protocolos de embarque e retomar contatos comerciais com clientes chineses.

Próximos passos e perspectivas

Exportadores precisam alinhar documentação e certificações exigidas para retomar envios, e compradores chineses devem confirmar contratos e volumes.

Apesar da retomada, a curva de recuperação vai depender de prazos logísticos e das negociações comerciais entre empresas, governos e autoridades sanitárias.

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