Problemas no PIX do Itaú, com transferências marcadas como concluídas que não caíram em contas destino, geraram relatos nas redes e picos de reclamações em sites de monitoramento, banco afirma ter restabelecido
Clientes do Itaú relataram dificuldades ao fazer transações via PIX pelo aplicativo na tarde de sexta-feira, e mensagens nas redes sociais indicaram que valores processados não apareceram nas contas de destino.
Usuários recorreram ao DownDetector e às redes para reclamar sobre operações que, embora marcadas como concluídas, não refletiram no saldo das contas receptoras, gerando preocupação e compartilhamento de casos entre correntistas.
O Itaú Unibanco informou oficialmente sobre o episódio, e destacou o levantamento e a solução do problema, conforme informação divulgada pelo g1
O que os clientes relataram
Nas publicações em redes sociais, consumidores disseram que o pagamento via PIX aparentemente foi processado no aplicativo, mas o “dinheiro não chegou” à conta destinatária, e que notificações de sucesso não correspondiam ao crédito efetivo.
Dados das reclamações
Segundo o site DownDetector, que monitora falhas em serviços online, o banco registrou 539 reclamações por volta das 15h50. As notificações sobre o PIX chegaram a 238 no mesmo horário. Esses números mostram um pico de queixas concentrado no período da tarde.
Resposta do Itaú e orientações para clientes
Em nota, o banco afirmou, “O Itaú Unibanco informa que identificou uma instabilidade pontual no início da tarde desta sexta-feira (23), que impactou uma parcela de clientes para transações via Pix. O banco ressalta que as operações já foram totalmente restabelecidas e pede desculpas aos clientes pelo inconveniente”.
O conselho para quem foi afetado é verificar o histórico de transações no aplicativo, manter registros das confirmações recebidas e, se necessário, entrar em contato com o atendimento do banco para solicitar verificação, contestação ou estorno.
Para casos persistentes, recomenda-se documentar horários, comprovantes e mensagens de erro, e, se houver prejuízo, buscar orientação junto ao Procon ou ao Banco Central, em especial quando valores não forem regularizados após contato com a instituição.