quinta-feira, junho 4, 2026

Dario Durigan deve ser novo ministro da Fazenda, Ceron será o número 2 e governo avalia readequações na Esplanada com impacto no Banco do Brasil e Vale

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Nomeação de Dario Durigan, com histórico junto a Haddad e vínculos a Vale e ao Banco do Brasil, acelera dança das cadeiras na Esplanada e pode alterar Secretaria de Reformas Econômicas

O governo federal trabalha no desenho de uma mudança na equipe econômica que inclui a indicação de Dario Durigan para comandar a Fazenda, em uma reação a ajustes necessários no cofre público e na gestão administrativa.

Durigan tem vínculo direto com o atual ministro, participou de cargos na Prefeitura de São Paulo, e soma posições de destaque no setor financeiro e corporativo, o que reforça a escolha técnica para a pasta.

As movimentações envolvem também a promoção de Rafael Ceron para a Secretaria Executiva e a possibilidade de alterações na Secretaria de Reformas Econômicas, sinalizando uma reestruturação mais ampla no time econômico, conforme informação divulgada pelo g1

Trajetória e ligações com Haddad

Segundo a apuração, Dario Durigan tem histórico de trabalho com o atual ministro, atuando na administração municipal, e aparece em conselhos relevantes do setor privado, o que alimenta a avaliação técnica do governo.

Na descrição levantada pela reportagem, consta que, “Trabalhou com Haddad, como assessor especial da Prefeitura de São Paulo, na época em que o atual ministro era prefeito.” Essa experiência é vista como um diferencial na relação política e operacional entre os dois.

Posições no mercado, Banco do Brasil e Vale

Além da experiência na administração pública, Durigan também tem vínculos importantes no setor empresarial e financeiro, que pesam na avaliação de sua indicação para a Fazenda.

Conforme foi relatado, “Também é membro Conselheiro do Conselho Fiscal da Vale e é presidente do conselho de administração do Banco do Brasil.” Esses laços podem influenciar tanto a percepção do mercado como o diálogo com grandes agentes econômicos.

Ceron, a Secretaria Executiva e a dança das cadeiras

A promoção de Ceron para a Secretaria Executiva preenche a vaga deixada por Durigan com alguém que domina a máquina pública e o cofre do governo, segundo as informações divulgadas.

O movimento é visto como uma forma de manter continuidade na execução orçamentária e na interlocução entre ministérios, ao mesmo tempo em que abre espaço para ajustes em outras secretarias da Esplanada.

Impactos esperados na Secretaria de Reformas Econômicas

Há expectativa de mudanças na Secretaria de Reformas Econômicas, atualmente comandada por Marcos Pinto, que pode passar por alterações nesse novo desenho da Esplanada, segundo a apuração.

Analistas e interlocutores do governo acompanham a movimentação, avaliando efeitos sobre a agenda de reformas, a coordenação das políticas fiscais e a confiança dos mercados diante das nomeações.

As trocas indicam um esforço do Planalto para alinhar capacidade técnica e estabilidade política na gestão das contas públicas, com foco em garantir governabilidade e comando claro na área econômica.

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