quinta-feira, junho 4, 2026

Dario Durigan será o novo ministro da Fazenda, Ceron será número 2 na equipe econômica de Haddad e Esplanada pode passar por ajustes na área de reformas

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Nomeação de Durigan para o comando do Ministério da Fazenda amplia protagonismo técnico na Esplanada, com Ceron promovido para a Secretaria Executiva e sinais de readequação na área de reformas

Dario Durigan deve assumir o posto de destaque na equipe econômica do governo federal, ocupando a cadeira responsável pela política fiscal e pelo relacionamento com o mercado.

A promoção interna coloca Ceron como número 2 na pasta, em uma movimentação que mira maior controle da máquina pública e do cofre do governo.

As mudanças também abrem espaço para ajustes na Secretaria de Reformas Econômicas, na qual Marcos Pinto pode ter sua atuação revista, conforme informação divulgada pelo g1

Perfil e trajetória de Durigan

Segundo informações disponibilizadas pela reportagem, entre as experiências que pesam a favor de Durigan estão funções próximas ao atual ministro, e passagens em conselhos importantes do setor privado e estatal.

Conforme o material recebido, ele “Trabalhou com Haddad, como assessor especial da Prefeitura de São Paulo, na época em que o atual ministro era prefeito.”

Ainda de acordo com a mesma fonte, “Também é membro Conselheiro do Conselho Fiscal da Vale e é presidente do conselho de administração do Banco do Brasil.” Esses vínculos reforçam a leitura de interlocução com mercados e com o sistema financeiro.

Movimentação na Esplanada e o papel de Ceron

A promoção de Ceron para a Secretaria Executiva preenche a vaga deixada por Durigan, com alguém que domina a máquina pública e o cofre do governo, segundo a apuração do g1.

O novo desenho reforça a ideia de continuidade técnica, com interlocutores experientes no trato com orçamento e gestão administrativa da Fazenda.

Impactos e expectativas sobre reformas

Com a troca na Secretaria Executiva e a possível reconfiguração na Secretaria de Reformas Econômicas, há expectativa de alterações no ritmo e no conteúdo das propostas econômicas prioritárias do governo.

Especialistas ouvidos pela reportagem avaliam que as nomeações buscam dar mais coordenação interna, e que a presença de conselheiros com experiência em estatais e no setor financeiro tende a buscar maior previsibilidade nas políticas fiscais.

O movimento será acompanhado de perto pelo mercado, por agentes políticos e por setores que esperam respostas sobre a agenda de reformas, investimento público e gestão das contas, conforme informação divulgada pelo g1.

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