Presidente afirma que negocia para obter um acordo com Cuba e com o Irã que impeça uma ação militar dos EUA, enquanto mantém a pressão sobre Teerã pelo pacto de não proliferação
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou neste domingo que enxerga possibilidade de um acordo com Cuba e Irã que evite uma intervenção militar norte-americana nos dois países.
Em suas declarações, Trump vinculou as negociações com a manutenção da opção de força, ao dizer que o governo dos EUA tem pressionado o Irã para assinar o acordo de não proliferação proposto por Washington.
Ao mesmo tempo, o presidente afirmou que há conversas com lideranças cubanas e que espera fechar um entendimento, o que, segundo ele, poderia afastar a perspectiva de uma ofensiva em Cuba, conforme informação divulgada pelo g1
O que Trump disse
Em contato com repórteres, Trump afirmou, “Estamos falando com as pessoas mais altas (do governo) de Cuba, vamos ver o que acontece. (…) Acho que faremos um acordo com Cuba”, frase divulgada por veículos de imprensa e citada pelo g1.
Além dessa menção direta a Cuba, a administração tem deixado claro que poderá recorrer à força caso o Irã não aceite o acordo de não proliferação de armas nucleares proposto por Washington, afirma a cobertura do g1.
Riscos e repercussão
A possibilidade de um acordo com Cuba e Irã surge em meio a tensões crescentes, com analistas apontando que anúncios e ameaças públicas podem tanto facilitar negociações, quanto aumentar o risco de escalada, dependendo das respostas de Havana e Teerã.
Fontes oficiais indicam que detalhes sobre as conversas não foram divulgados, e a situação segue em atualização, com a Casa Branca mantendo linhas de pressão diplomática e militar.
Próximos passos
Nos próximos dias, eventuais avanços nas tratativas com Cuba e sinais de recuo ou aceite do Irã ao pacto de não proliferação serão determinantes para reduzir a probabilidade de intervenção militar, segundo especialistas consultados pela imprensa.
Reportagens de atualização podem trazer novos detalhes sobre negociações e possíveis termos de um acordo com Cuba e Irã, assim como reações internacionais às declarações do presidente.