quinta-feira, junho 4, 2026

Dólar abre em queda, com foco em vagas nos EUA e PMIs de serviços no Brasil, fluxo cambial e Ibovespa pesando sobre o câmbio

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Dólar reage a relatório ADP e PMIs da S&P Global, enquanto Banco Central divulga fluxo cambial e sinais mistos nas bolsas globais mexem com o humor dos investidores

O mercado abriu o dia com o **dólar em queda**, em meio à atenção voltada para dados de emprego nos Estados Unidos e indicadores de serviços no Brasil.

Investidores avaliam o relatório da ADP e os PMIs de serviços, além do fluxo cambial divulgado pelo Banco Central, na busca por pistas sobre a trajetória do câmbio.

No cenário local e externo, fatores como a performance do **Ibovespa** e sinais mistos nas bolsas internacionais também influenciam as expectativas, conforme informação divulgada pelo g1.

Como abriu o pregão e dados imediatos

Na abertura desta quarta-feira (4), o dólar iniciou a sessão desta quarta-feira (4) em queda, recuando 0,24% na abertura, aos R$ 5,2356, mostrando alívio frente ao fechamento anterior.

Na véspera, a bolsa fechou em alta de 1,58%, aos 185.674 pontos, após superar os 187 mil pontos durante o pregão, e a moeda americana encerrou em queda de 0,15%, cotada a R$ 5,2495.

Dados que mexem com o dólar

Nos Estados Unidos, o destaque é o relatório da ADP sobre criação de vagas no setor privado, que pode alterar as expectativas sobre a política do Fed.

Além da ADP, investidores acompanham os índices PMI composto e de serviços, que medem a atividade econômica recente e influenciam o apetite por risco global.

Também foi noticiado que Stephen Miran, diretor do Federal Reserve (Fed), deixou o cargo de presidente do Conselho de Assessores Econômicos da Casa Branca, motivo de atenção em decisões futuras sobre juros.

PMIs no Brasil e fluxo cambial

No Brasil, a S&P Global divulga PMIs de serviços e composto de janeiro, após o índice de serviços ter avançado de 50,1 em novembro para 53,7 em dezembro de 2025, apontando a expansão mais rápida em mais de um ano.

À tarde, o Banco Central publica o fluxo cambial, que já mostrou pressão vendedora recentemente, quando na semana encerrada em 30 de janeiro, entre os dias 19 e 23, a saída superou a entrada em US$ 638 milhões, influenciada pelo resultado negativo da conta comercial.

Cenário nas bolsas e impacto global

Os mercados globais começaram o dia com movimentos mistos, em ambiente de cautela, depois do fim da paralisação parcial do governo americano e da assinatura do acordo de gastos.

Por volta das 9h30, os futuros do Dow Jones subiam 0,27%, os do S&P 500 avançavam 0,09% e os da Nasdaq recuavam 0,05%, enquanto na Europa e Ásia houve desempenho irregular entre principais índices.

Esses fatores combinados, somados aos indicadores locais, mantêm o **dólar** sensível a novas publicações, com investidores recalibrando posições conforme saem mais dados ao longo do dia.

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