quinta-feira, junho 4, 2026

Alerta Máximo: Governo Trump Pede Saída Imediata de Americanos da Venezuela e Ameaça Ofensiva Terrestre

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Governo Trump emite alerta severo para cidadãos americanos na Venezuela, citando riscos de detenção e instabilidade.

O Departamento de Estado dos Estados Unidos emitiu um comunicado urgente nesta quarta-feira (3), recomendando veementemente que todos os cidadãos americanos e residentes permanentes legais deixem a Venezuela imediatamente. A orientação, que já constava em alertas anteriores, foi reforçada diante do agravamento da situação no país.

O documento destaca o **altíssimo risco de detenção ilegal** de americanos, além de citar outros fatores preocupantes como a criminalidade elevada, a instabilidade civil e a precariedade da infraestrutura de saúde. Essas condições criam um ambiente de perigo constante para estrangeiros no território venezuelano.

A recomendação de **não viajar para a Venezuela nem permanecer no país** abrange uma série de ameaças, incluindo tortura, terrorismo e sequestro. A falta de segurança e a aplicação arbitrária das leis locais intensificam o alerta emitido pelo governo americano, conforme divulgado pelo g1.

Escalada de Tensão e Fechamento de Espaço Aéreo

A tensão entre Estados Unidos e Venezuela atingiu um novo patamar com a declaração do presidente Donald Trump, que em post na rede Truth Social, no último sábado (29), instruiu as companhias aéreas a considerarem o espaço aéreo acima e ao redor da Venezuela como **totalmente fechado**. Essa medida intensifica as restrições de voos e o isolamento do país.

Anteriormente, em 21 de novembro, a Administração Federal de Aviação (FAA) dos EUA já havia alertado as companhias aéreas para exercerem cautela e evitarem sobrevoar o espaço aéreo venezuelano, citando a **agravamento da situação de segurança e o aumento da atividade militar**. As ameaças potenciais a aeronaves em todas as altitudes motivaram a suspensão de diversos voos.

Reação de Maduro e Ameaças de Ofensiva Terrestre

Em resposta à suspensão de voos por diversas companhias aéreas, o governo de Nicolás Maduro revogou a licença de pelo menos seis empresas, incluindo TAP, Avianca, Turkish Airlines e Gol. Caracas acusou as companhias de aderirem a **”ações de terrorismo de Estado” promovidas pelos EUA**, exigindo a retomada dos voos em 48 horas.

Paralelamente, o presidente Trump sinalizou a possibilidade de uma ofensiva terrestre contra a Venezuela, afirmando que bombardeios contra alvos ligados ao narcotráfico na América Latina começarão **”muito em breve”**. Ele declarou que os EUA passarão a impedir também o transporte de entorpecentes por terra, que considera **”mais fácil”** de controlar.

Operações Militares e Cerco dos EUA

Desde agosto, forças americanas realizaram ataques a 21 embarcações no Mar do Caribe e no Oceano Pacífico, supostamente envolvidas no tráfico internacional de drogas, resultando em 83 mortos. O presidente Trump possui um leque de opções militares em análise, incluindo ataques a autoridades venezuelanas e medidas para assumir o controle do petróleo do país, segundo o “The New York Times”.

A revista “The Atlantic” aponta que Maduro estaria disposto a negociar sua saída do poder em troca de anistia e garantias de segurança para exílio, com a Rússia se colocando à disposição para ajudar a Venezuela na escalada contra os EUA. Os Estados Unidos intensificaram sua presença militar na região, enviando navios de guerra, um submarino nuclear, caças, bombardeiros e helicópteros para o sul do Caribe, além de bases militares e estruturas de segurança em países parceiros próximos à Venezuela.

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