quinta-feira, junho 4, 2026

Aumento do ICMS na gasolina, diesel e gás de cozinha passa a valer em 1º de janeiro de 2026, veja quanto sobe por litro e por botijão e entenda os efeitos

Share

A decisão do Confaz eleva o ICMS sobre gasolina para R$ 1,57 por litro, diesel para R$ 1,17 por litro e gás de cozinha para R$ 1,05 por botijão, e começa a vigorar hoje

O aumento do ICMS sobre combustíveis e gás de cozinha passa a vigorar nesta quinta-feira, 1º de janeiro de 2026, com impacto direto no preço final ao consumidor em postos e no valor do botijão.

A mudança foi aprovada pelo Conselho Nacional de Política Fazendária, Confaz, no ano passado, e representa o segundo reajuste anual consecutivo sobre esses produtos, depois do aumento aplicado em fevereiro de 2025.

O Comsefaz afirmou que o reajuste considerou os preços médios mensais divulgados pela ANP, no período de fevereiro a agosto de 2025, em comparação com o mesmo período de 2024, conforme informação divulgada pelo g1

Como o aumento foi definido

A decisão saiu de uma reunião do Confaz, órgão que reúne representantes do governo federal e dos estados, e tem caráter estadual, isto é, cada unidade federativa implementa o novo valor do ICMS.

Segundo o Comitê Nacional de Secretários de Fazenda, Finanças, Receita ou Tributação dos Estados e do Distrito Federal, Comsefaz, a comparação entre os períodos de 2025 e 2024, usando dados da ANP, sustentou o reajuste.

Quanto sobe na bomba e no botijão

Segundo a reportagem, “Para a gasolina aumenta R$ 0,10 por litro, para R$ 1,57, diesel aumenta R$ 0,05 por litro, para R$ 1,17. E o novo ICMS sobre o gás de cozinha será de R$ 1,05 por botijão.” (g1)

Esses valores representam o acréscimo direto do imposto por unidade, e deverão ser incorporados às tabelas de cobrança estaduais e, em muitos casos, repassados ao consumidor final nos postos e no comércio de gás.

Impacto na economia e no bolso

Por se tratar de insumos chave para transporte e cozinha, o aumento do ICMS tende a se espalhar por toda a economia, elevando custos de transporte, frete e serviços, e pressionando a inflação em cadeias dependentes de combustíveis.

Os aumentos sequenciais, como o de fevereiro de 2025 e o atual, ampliam a preocupação de comerciantes e consumidores com reajustes recorrentes no orçamento doméstico.

Contexto na política de preços

A mudança ocorre em um contexto de alterações na política de formação de preços, e a reportagem lembra que “A Petrobras abandonou, no começo do governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT), a política de paridade de preços, por meio dos quais os combustíveis eram reajustados com base no preço do petróleo e da variação do dólar.”

Além do efeito direto na bomba, especialistas e secretarias de Fazenda deverão monitorar a evolução dos preços e eventuais repasses à cadeia produtiva, enquanto consumidores e empresas avaliam ajustes de consumo e logística.

Em nota, representantes estaduais apontam que o reajuste segue critérios técnicos, e que os impactos podem variar entre unidades da federação, conforme base tributária e alíquotas locais.

Leia Mais

Fique por dentro