quinta-feira, junho 4, 2026

Caso Master: vereador procurado por empresário relata negociação para atacar o BC e contratação de influenciadores em defesa do Banco Master

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No Caso Master, o vereador afirma que a agência apresentou um “reposicionamento de imagem” para Daniel Vorcaro e buscou influenciadores para produzir conteúdo contra o Banco Central

Um vereador do PL de Erechim afirma ter sido procurado por uma agência que, segundo ele, ofereceu trabalho de reposicionamento de imagem ligado ao Banco Master.

O político, com forte presença nas redes, gravou um vídeo e divulgou mensagens que mostram contato entre seu assessor e um representante da agência.

O caso levanta a suspeita de contratação de influenciadores para atacar o Banco Central e favorecer o Banco Master, em um episódio que segue sob apuração.

conforme informação divulgada pelo g1

O que a gravação mostra

A gravação citada pelo vereador inclui mensagem e áudios, e o material foi obtido por um blog que publicou parte da troca entre assessor e representante da agência.

Na transcrição trazida pela reportagem há a fala, citada pelo vereador, que diz exatamente, “Fizemos uma reunião via aplicativo de vídeo e, nessa reunião, ele [representante da empresa] trouxe que se tratava de um reposicionamento de imagem e que se tratava de Daniel Vorcaro, se tratava do Banco Master”, disse.

Vereador, influenciadores e pagamentos

O vereador, identificado como Rony, é do PL e atua em Erechim, no Rio Grande do Sul, ele tem 1,7 milhão de seguidores nas redes e se apresenta como pré-candidato a deputado federal.

No vídeo postado no Instagram, Rony relata que, “no dia 20 de dezembro de 2025, uma agência de marketing digital entrou em contato com seu assessor dizendo que fazia “gerenciamento de reputação para um grande executivo” e que estava contratando influenciadores para ajudar nesse trabalho.”

Reportagens relacionadas também destacaram que um influenciador afirmou ter recebido valores por post, com a chamada, Influencer revela ter recebido R$ 7,8 mil por post com críticas ao BC, o que aumenta o foco sobre pagamentos a criadores de conteúdo.

Investigação e desdobramentos

Após a denúncia, “a Polícia Federal informou que vai abrir um inquérito para investigar se influenciadores foram contratados para gravar conteúdos contra o BC e a favor do Master.”

A apuração deverá esclarecer quem contratou a agência, que contratos foram firmados e se houve coordenação para difamar o Banco Central em benefício do Banco Master.

O caso segue em desenvolvimento, e as autoridades e as partes citadas ainda podem apresentar novas informações, enquanto a notícia permanece em atualização.

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