Congresso do Peru destitui José Jerí, presidente afastado por má conduta funcional e falta de idoneidade, Congresso elegerá novo chefe e país vai a eleições gerais

Decisão parlamentar afasta José Jerí após julgamento por má conduta funcional, Congresso se organiza para eleger novo chefe legislativo, e eleições gerais seguem agendadas para abril

O Parlamento do Peru votou para destituir o presidente José Jerí, em um processo marcado por acusações internas e intenso debate político.

A saída ocorre depois de um julgamento interno sobre conduta no exercício do cargo, que terminou com o afastamento do presidente.

O caso abre um período de transição no Legislativo e reaviva o calendário eleitoral do país, com atenção à data já marcada para votação nacional.

conforme informação divulgada pelo g1

Motivos da destituição

Segundo a apuração, o afastamento foi fundamentado em irregularidades internas, e, no texto do processo, consta que “Presidente foi acusado e julgado por má conduta funcional e falta de idoneidade para exercer o cargo.” A formulação aponta para uma decisão que considerou insuficiência de condições para que José Jerí permanecesse na Presidência.

Eleição do novo chefe do Legislativo

Com a cadeira do Executivo vaga, o foco imediato é a escolha da nova liderança do Congresso. “Novo chefe do legislativo será eleito na quarta (18) pelo Congresso e eleições gerais estão previstas para 12 de abril.” A eleição interna, marcada para quarta, busca garantir a estabilidade institucional e ordenar a transição até o pleito nacional.

Impacto no calendário e na política peruana

A destituição de José Jerí coloca o país em ritmo acelerado para as eleições gerais, previstas para 12 de abril, e intensifica negociações entre forças políticas sobre candidaturas e alianças. A troca no comando do Legislativo pode influenciar a condução do processo eleitoral, a administração de interim e a agenda legislativa nos próximos dias.

Analistas indicam que a movimentação no Congresso do Peru deve ter repercussão imediata, tanto no cenário interno quanto nas relações regionais, com expectativa de debates sobre medidas de governabilidade até a realização das eleições.