Dario Durigan ministro da Fazenda: Ceron será o número 2 na Secretaria Executiva, movimentação na Esplanada pode mudar a agenda de reformas
Dario Durigan ministro da Fazenda assume com Ceron como secretário-executivo, a troca preenche vaga deixada por Durigan e acende expectativa sobre mudanças na Secretaria de Reformas Econômicas
Dario Durigan ministro da Fazenda deve assumir o comando da pasta em uma movimentação que reorganiza o segundo escalão da economia.
A promoção de Ceron para a Secretaria Executiva coloca no número 2 alguém com experiência na máquina pública e presença em conselhos empresariais.
As nomeações abrem espaço para alterações na condução das reformas econômicas e na gestão do orçamento público, conforme informação divulgada pelo g1.
Quem é Ceron e qual o vínculo com Haddad
Segundo o g1, Ceron trabalhou com Haddad, como assessor especial da Prefeitura de São Paulo, na época em que o atual ministro era prefeito.
O mesmo texto indica que Ceron é membro conselheiro do Conselho Fiscal da Vale e é presidente do conselho de administração do Banco do Brasil, funções que reforçam sua proximidade com o centro financeiro e com a gestão de ativos públicos.
O que muda com a promoção para Secretaria Executiva
A promoção de Ceron para a Secretaria Executiva, de acordo com a reportagem, preenche a vaga deixada por Durigan, com alguém que domina a máquina pública e o cofre do governo.
Esse ajuste operacional tende a acelerar a articulação interna da Fazenda, com prioridade em controlar despesas e alinhar projetos de reformas com outras pastas.
Possíveis efeitos na Secretaria de Reformas Econômicas
Há ainda expectativa por mudanças na Secretaria de Reformas Econômicas, atualmente comandada por Marcos Pinto, que pode sofrer alteração nesse novo desenho da Esplanada.
O redesenho da equipe econômica, com Dario Durigan ministro da Fazenda no posto e Ceron como número 2, pode alterar prazos e prioridades das propostas que afetam investimentos, mercado e contas públicas.
Contexto político e leitura prática
Para analistas, a movimentação sinaliza tanto uma aposta em governabilidade, quanto a intenção de reforçar a articulação técnica da Fazenda junto a bancos e empresas estatais.
O papel de Ceron como secretário-executivo será observado pelo mercado e pela própria Esplanada, porque a presença dele em conselhos pode facilitar interlocução sobre a gestão de grandes ativos e o uso de caixa público.