Dario Durigan novo ministro da Fazenda, Ceron será número 2 e muda a arquitetura econômica do governo, Banco do Brasil e Vale ganham papel-chave

Dario Durigan novo ministro da Fazenda, com Ceron como secretário-executivo, deve redesenhar a Esplanada e provocar mudanças na Secretaria de Reformas Econômicas

O governo prepara uma movimentação importante na equipe econômica, com a nomeação de Dario Durigan para a chefia do Ministério da Fazenda e a promoção de Ceron para a Secretaria Executiva, em papel de número 2.

O ajuste é visto como um redesenho da Esplanada, que pode incluir alterações na Secretaria de Reformas Econômicas, hoje comandada por Marcos Pinto.

As mudanças internas visam reforçar a articulação política e o controle das contas públicas, em um momento em que as prioridades fiscais e as reformas voltam ao centro do debate, conforme informação divulgada pelo g1.

Perfil e trajetórias de Durigan

O novo ministro tem passagem por cargos técnicos e interlocução com ministros e prefeitos, o que fundamenta a escolha para a Fazenda. Em linhas que descrevem sua trajetória, consta que, “Trabalhou com Haddad, como assessor especial da Prefeitura de São Paulo, na época em que o atual ministro era prefeito. Também é membro Conselheiro do Conselho Fiscal da Vale e é presidente do conselho de administração do Banco do Brasil.”

Por que Ceron assume a Secretaria Executiva

A promoção de Ceron para a Secretaria Executiva preenche a vaga deixada por Durigan com alguém que domina a máquina pública e o cofre do governo. A movimentação busca manter continuidade administrativa e dar agilidade à execução das prioridades orçamentárias.

Impactos e possíveis mudanças na Esplanada

Há ainda a expectativa de mudanças na Secretaria de Reformas Econômicas, atualmente comandada por Marcos Pinto, que pode passar por alterações nesse novo desenho da Esplanada. Analistas avaliam que ajustes nas equipes podem acelerar propostas e melhorar coordenação entre ministérios.

O que observar nas próximas semanas

Com a nomeação, o foco será a definição da agenda econômica, o encaixe nas negociações políticas e as próximas decisões sobre gastos e reformas. A atuação conjunta entre o ministro e o número 2 será determinante para sinais ao mercado e para o avanço de propostas no Congresso.