Dólar abre em alta com mercado atento à inflação nos EUA e cenário político no Brasil | G1
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"title": "Dólar em alta com mercado de olho na inflação nos EUA, CPI em foco, e incertezas políticas no Brasil após saída de Toffoli da relatoria do caso Banco Master",
"subtitle": "CPI dos EUA, IGP-10 e investigações no STF pressionam o câmbio, bolsas e balanços; entenda dados do dia e possíveis desdobramentos",
"content_html": "<h2>Reação dos mercados ao CPI dos EUA, à queda do IGP-10 no Brasil e às mudanças na relatoria do Banco Master, com efeitos imediatos sobre o dólar, o Ibovespa e bancos</h2><p>O dia começa com o <b>dólar</b> em alta, enquanto investidores tentam dimensionar o peso do índice de preços ao consumidor dos Estados Unidos, o CPI, nas próximas decisões do Federal Reserve.</p><p>No Brasil, indicadores locais e movimentações no Supremo Tribunal Federal acrescentam incerteza, influenciando a formação do preço do câmbio e a dinâmica das ações.</p><p>O levantamento seguinte apresenta os números, os motivos e os impactos no curto prazo, com dados e trechos das informações oficiais.</p><p>conforme informação divulgada pelo g1</p><h3>Dados de mercado e cotações</h3><p>O <b>dólar</b> "inicia esta sexta-feira (13) em alta de 0,47%, negociado a R$ 5,2240", e, na véspera, "a moeda americana fechou em alta de 0,25%, cotada a R$ 5,1998." Esses movimentos refletem a combinação entre a expectativa sobre o CPI dos Estados Unidos e fatores locais.</p><p>Indicadores de tendência também foram informados, com os números consolidados: "Acumulado da semana: -0,39%;Acumulado do mês: -0,91%;Acumulado do ano: -5,26%." No mercado de ações, o Ibovespa apresentou movimentos contrários, com os índices divulgados da seguinte forma, "Acumulado da semana: +2,63%;Acumulado do mês: +3,53%;Acumulado do ano: +16,53%."</p><h3>Por que a inflação nos EUA pesa tanto</h3><p>O foco está no CPI de janeiro nos EUA, divulgado às 10h30, porque o indicador mede a variação de preços ao consumidor e ajuda o mercado a antecipar a duração e o ritmo dos cortes de juros do Federal Reserve.</p><p>Se o índice vier mais forte que o esperado, cresce a chance de os juros americanos permanecerem mais altos por mais tempo, o que normalmente sustenta o <b>dólar</b> e pressiona ativos de risco globalmente.</p><h3>Indicadores domésticos e impacto no câmbio</h3><p>No Brasil, o IGP-10 teve queda surpreendente, "O IGP-10, índice que mede a variação de preços no Brasil, caiu 0,42% em fevereiro, acima do esperado pelo mercado, que projetava uma queda de 0,12%." A FGV informou que isso levou o índice a acumular deflação anual.</p><p>Ao mesmo tempo, o custo de vida das famílias teve aumento pontual, e o IBGE mostrou que "as vendas no varejo brasileiro recuaram 0,4% em dezembro na comparação com o mês anterior e subiram 2,3% sobre um ano antes, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)." Esses sinais mistos ajudam a explicar a volatilidade do câmbio.</p><h3>Risco político e balanços corporativos</h3><p>No campo político, a redistribuição da relatoria do caso do Banco Master, com a saída do ministro Dias Toffoli e a passagem do processo para o ministro André Mendonça, gerou ruído no mercado, porque houve menções a Toffoli em dados apreendidos pela Polícia Federal, e a mudança amplia a atenção às próximas decisões do STF.</p><p>No ambiente corporativo, eventos como o anúncio de que "uma empresa do segmento atacado deu um calote de R$ 3,6 bilhões no quarto trimestre de 2025", informado pelo Banco do Brasil, e o resultado da Vale, com "prejuízo de US$ 3,8 bilhões no último trimestre de 2025", também influenciam sentimento, especialmente sobre ações de bancos e mineradoras.</p><h3>Panorama internacional e fechamento</h3><p>As bolsas globais operaram com viés negativo antes do CPI, refletindo aversão a risco, já que "o Nasdaq caiu 2%, o S&P 500 perdeu cerca de 1,6% e o Dow Jones recuou 1,3%." Na Ásia, os principais índices registraram quedas, como em Hong Kong, onde o índice Hang Seng caiu 1,72%, e em Xangai, que recuou 1,26%.</p><p>Em resumo, o <b>dólar</b> sobe no curto prazo por um mix de incertezas externas, com a inflação nos EUA em destaque, e fatores locais, com dados econômicos e episódios políticos que mantêm os investidores atentos.</p>"
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