quinta-feira, junho 4, 2026

EUA autorizam BP, Chevron, Eni, Repsol e Shell a retomar operações na Venezuela, licenças do OFAC focam em produção energética em meio a transição política

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Licenças permitem atuação controlada das empresas no país, com condições específicas para transações do setor de petróleo e gás, em meio a esforço dos EUA para ampliar produção

Autoridades dos Estados Unidos emitiram permissões que liberam cinco grandes empresas petrolíferas para voltar a operar na Venezuela, em autorizações anunciadas no dia 13 de fevereiro de 2026.

A medida, concedida pelo Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros, visa retomar atividades comerciais no setor energético venezuelano, sob regras e limitações definidas pelo governo dos EUA.

As informações foram divulgadas pela France Presse, conforme informação divulgada pelo g1.

O que foi autorizado e por quem

O órgão do Departamento do Tesouro conhecido como OFAC emitiu licenças gerais que autorizam a atuação das empresas BP, Chevron, Eni, Repsol e Shell na Venezuela.

Segundo o anúncio, as autorizações permitem performar “transações relacionadas a operações do setor de petróleo ou gás na Venezuela”, sob determinadas condições, expressão citada textualmente do comunicado do OFAC.

Contexto político por trás da decisão

O movimento ocorre depois da mudança de liderança no país, com a queda e prisão do antigo presidente, e com representantes dos EUA dialogando com a liderança interina, Delcy Rodriguez, segundo a reportagem.

Integrantes do governo americano, citados pela cobertura, trabalham para alinhar um aumento da produção venezuelana com a nova situação política, buscando reduzir incertezas no mercado de energia.

Impacto esperado na produção e no mercado

Analistas apontam que a volta controlada dessas petroleiras pode acelerar a retomada de capacidade produtiva em campos que estavam subutilizados, embora o alcance prático dependa das condições impostas nas licenças.

O anúncio deve influenciar cotações e expectativas globais de oferta, porque a Venezuela tem reservas significativas, e qualquer retomada da produção é acompanhada de perto por mercados e governos.

O que muda para as empresas e para o Brasil

Para as companhias, as autorizações abrem caminho para contratos e operações que antes estavam limitadas por sanções, ainda que com restrições e supervisão dos EUA.

Para o Brasil e outros importadores de petróleo, uma eventual elevação da oferta venezuelana pode alterar dinâmicas regionais de abastecimento, embora o cenário dependa da implementação prática das operações autorizadas.

As informações básicas desta matéria seguem a cobertura da France Presse, conforme informação divulgada pelo g1, publicação de 13/02/2026.

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