Governo amplia programa para viabilizar shoppings e hotéis em aeroportos, beneficiando terminais menores, impulsionando comércio local e geração de empregos
Expansão do programa pretende adaptar normas e incentivos para que terminais menores também possam receber lojas e hotéis, com foco em movimentar economia regional e melhorar a experiência do passageiro
O governo anunciou que vai ampliar o programa para viabilizar shoppings e hotéis em aeroportos, com objetivo de alcançar terminais menores e regiões com menor oferta de serviços, segundo reportagem do g1.
A expectativa é que a expansão facilite a entrada de empreendimentos comerciais em áreas de embarque e desembarque, gerando novas fontes de receita e opções para viajantes, além de fortalecer o comércio local.
As mudanças previstas abrangem ajustes regulatórios e instrumentos de incentivo para operadores e investidores que queiram instalar lojas, restaurantes e redes hoteleiras nos aeroportos menores, conforme informação divulgada pelo g1.
O que muda para aeroportos menores
A proposta busca adaptar requisitos técnicos e contratuais que antes limitavam projetos a grandes terminais, permitindo que aeroportos regionais e municipais contem com áreas comerciais mais estruturadas, como praças de alimentação e pequenas unidades hoteleiras.
Com a medida, operadores locais poderão negociar com redes e franquias com maior previsibilidade, e haverá normas para integrar serviços sem comprometer operação aérea e segurança, além de prever modelos de concessão e parcerias público-privadas.
Impactos econômicos e geração de empregos
Ao permitir a instalação de lojas e hotéis, a iniciativa tende a aumentar a circulação de passageiros e a demanda por serviços, o que pode gerar empregos diretos e indiretos, e ampliar a arrecadação local por meio de impostos e taxas.
Especialistas ouvidos esperam que a oferta de serviços nos aeroportos contribua para dinamizar o turismo regional e reduzir a necessidade de deslocamentos até grandes centros para acesso a serviços básicos de viagem.
Desafios e próximos passos
Entre os desafios estão a adequação das estruturas físicas, a definição de modelos de renda para os aeroportos e a conciliação com normas de aviação e segurança. Será necessário detalhar prazos e critérios para que cada terminal seja contemplado.
O governo afirmou que trabalhará com agências reguladoras e administrações aeroportuárias para ajustar a regulamentação, e que detalhes sobre cronograma e termos serão divulgados à medida que o programa for implementado, conforme informação divulgada pelo g1.