Haddad defende aumento do imposto de importação sobre mais de 1.000 produtos, incluindo smartphones, com alta de até 7,2 pontos percentuais para proteger a indústria
Medida eleva o aumento do imposto de importação em até 7,2 pontos percentuais para mais de mil itens, como celulares, caldeiras, geradores e turbinas, e tem objetivo arrecadatório
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou nesta quarta-feira que o aumento do imposto de importação sobre mais de mil produtos tem como objetivo regular o mercado e proteger a indústria nacional.
A alta pode chegar a até 7,2 pontos percentuais para os itens incluídos na medida, e deve afetar setores e consumidores que recorrem a compras internacionais.
Entre os produtos citados estão, além dos smartphones, máquinas e equipamentos, como caldeiras, geradores, turbinas e fornos industriais, setores que podem sentir impacto nos preços e na oferta.
conforme informação divulgada pelo g1
O que disse Fernando Haddad
Haddad defendeu o ajuste do tributo como instrumento regulatório, e disse que a medida busca, nas palavras dele, “proteger a produção nacional.” O ministro também afirmou que a iniciativa tem caráter arrecadatório, segundo a versão divulgada pela reportagem.
Produtos e setores afetados
O pacote inclui mais de mil itens, com destaque para smartphones, além de equipamentos industriais, como caldeiras, geradores, turbinas e fornos. Consumidores que importam eletrônicos podem enfrentar aumento de preços, e indústrias que dependem de máquinas importadas podem ver custos maiores.
Possibilidade de ajustes pelo governo
Questionado sobre revogar ou ajustar as tarifas, Haddad lembrou que a própria norma permite que o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior faça alterações, inclusive zerando a tarifa se houver necessidade, o que abre caminho para ajustes futuros.
Impacto para o consumidor
Especialistas e representantes do comércio monitoram o efeito da medida, pois uma alta de até 7,2 pontos percentuais pode pressionar preços de produtos importados, especialmente smartphones, afetando decisões de compra e o mercado paralelo de importações.