quinta-feira, junho 4, 2026

Ministro francês Roland Lescure vai reunir ministros das Finanças do G7 para debater comércio e soberania após ameaça de Trump impor tarifas até os EUA ‘comprar a Groenlândia’

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Convocação ocorre depois de declarações de Trump, França reafirma apoio à Groenlândia e Dinamarca, e Lescure diz que ‘Chantagem entre amigos é obviamente inaceitável’, buscando resposta coordenada

O governo francês anunciou que o ministro das Finanças, Roland Lescure, convocará uma reunião com os colegas do G7 nos próximos dias para discutir comércio e questões de soberania.

A medida surge após declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que ameaçou impor tarifas adicionais até que os EUA fossem autorizados a comprar a Groenlândia, escalando um impasse diplomático com aliados europeus.

O objetivo da reunião será avaliar respostas coordenadas, incluindo opções comerciais e medidas diplomáticas, com foco na proteção de aliados como a Groenlândia e a Dinamarca.

conforme informação divulgada pelo g1

O posicionamento francês e as declarações de Lescure

Roland Lescure deixou claro o apoio de Paris, afirmando, “Estamos totalmente solidários com a Groenlândia e com a Dinamarca”, e criticou a pressão externa, ao dizer, “Chantagem entre amigos é obviamente inaceitável.”

O ministro também alertou que, diante da escalada, a Europa precisa ter capacidade de agir de forma autônoma, sugerindo resposta conjunta entre parceiros do G7 para preservar regras comerciais e soberania.

Possíveis temas na agenda do G7

Fontes indicam que a pauta deve incluir a avaliação de medidas comerciais, coorden ação diplomática no Ártico e mecanismos para prevenir tensões entre aliados, sem descart ar retaliações comerciais em caso de tarifas.

Impacto diplomático e comercial

Analistas apontam que a crise pode levar a aumento de tensões econômicas entre EUA e Europa, e a discussão no G7 buscará limitar efeitos sobre cadeias comerciais e segurança no Ártico.

O caso também já suscitou reações de outros países europeus, que anunciaram o reforço da segurança no Ártico e mantêm diálogo sobre respostas possíveis.

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