quinta-feira, junho 4, 2026

Segunda fábrica da GWM no Brasil deve ser instalada no Espírito Santo, investimento de R$10 bilhões e expectativa de novo polo industrial capixaba

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GWM confirma escolha do Espírito Santo para segunda fábrica no país, parte de plano de R$10 bilhões e nova fase prevista entre 2027 e 2032, com impactos na economia local

A chegada da segunda unidade da GWM ao Espírito Santo representa um movimento relevante para a economia capixaba, com promessa de investimentos e atração de fornecedores.

O anúncio foi feito em evento em Vitória, com a assinatura de um termo de compromisso entre a montadora e o governo estadual.

Detalhes sobre capacidade de produção e número de empregos ainda não foram divulgados pela empresa, conforme informação divulgada pelo g1

O que já foi confirmado

Segundo a publicação do g1, no ano passado, a GWM informou que pretendia investir cerca de R$ 10 bilhões no Brasil ao longo de dez anos, e, na segunda fase do plano, entre 2027 e 2032, a previsão é de mais de R$ 6 bilhões em investimentos.

Também foi informado que a empresa foi procurada para dar mais detalhes sobre capacidade e empregos no Espírito Santo, mas ainda não há informações oficiais sobre esses pontos.

Dados da fábrica atual e experiência da montadora

Atualmente, a GWM possui apenas uma fábrica nas Américas e no Hemisfério Sul. A unidade foi inaugurada em agosto de 2025, em Iracemápolis, no interior de São Paulo, conforme divulgado pelo g1.

A planta paulista, de acordo com a matéria, emprega cerca de 600 trabalhadores e a capacidade de produção é de 50 mil veículos por ano. No local são fabricados o SUV híbrido Haval H6, a picape média Poer P30 e o SUV de sete lugares Haval H9.

Repercussão local e expectativa do governo

O governador Renato Casagrande ressaltou o impacto do novo investimento na diversificação da economia do estado. Em discurso citado pelo g1, ele afirmou, “Atrair uma empresa, uma indústria, uma fábrica de automóveis aqui no Espírito Santo, é um passo a mais, porque torna a nossa economia mais sofisticada, mais complexa. Atrairá outros empreendedores e outras atividades ligadas à indústria de automóveis”.

Para o governo estadual, a instalação da fábrica pode incentivar a chegada de fornecedores e fortalecer a cadeia de produção local, com efeitos diretos sobre serviços e comércio.

O que falta esclarecer e próximos passos

Ficam em aberto pontos centrais para medir o impacto da unidade, como capacidade anual projetada para o Espírito Santo, número de empregos diretos e indiretos e prazos de construção e operação.

A expectativa é que, nos próximos meses, o governo e a montadora divulguem mais detalhes técnicos e cronograma, e que investidores e fornecedores comecem a avaliar oportunidades na cadeia automotiva local.

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