quinta-feira, junho 4, 2026

Segunda fábrica da GWM no Espírito Santo deve ser instalada no ES, investimento bilionário previsto de R$ 10 bilhões em 10 anos, fase dois prevê R$ 6 bilhões entre 2027 e 2032

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Governo e GWM formalizam compromisso para implantar nova unidade no Espírito Santo, projeto amplia presença da montadora no Brasil, dúvidas sobre geração de empregos e capacidade permanecem

O governo do Espírito Santo assinou nesta quarta-feira, 14, um termo de compromisso com a montadora GWM para a implantação da segunda unidade da empresa no estado.

O anúncio foi confirmado pelo governador Renato Casagrande, que destacou a relevância do investimento para a economia local.

Em entrevista, o governador afirmou, “Atrair uma empresa, uma indústria, uma fábrica de automóveis aqui no Espírito Santo, é um passo a mais, porque torna a nossa economia mais sofisticada, mais complexa. Atrairá outros empreendedores e outras atividades ligadas à indústria de automóveis”.

conforme informação divulgada pelo g1

O acordo, os investimentos e o cronograma

No ano passado, a GWM informou que pretendia investir cerca de R$ 10 bilhões no Brasil ao longo de dez anos, em um plano dividido em fases.

Na segunda fase do plano, entre 2027 e 2032, a previsão é de mais de R$ 6 bilhões em investimentos.

A empresa foi procurada para informar detalhes sobre capacidade de produção e número de empregos no Espírito Santo. No entanto, afirmou que ainda não há informações oficiais sobre esses pontos.

O que a GWM já opera no Brasil

A unidade já existente foi inaugurada em agosto de 2025, em Iracemápolis, no interior de São Paulo.

A planta paulista emprega cerca de 600 trabalhadores. A capacidade de produção é de 50 mil veículos por ano.

No local, são fabricados três modelos: o SUV híbrido Haval H6, a picape média Poer P30 e o SUV de sete lugares Haval H9.

Impactos esperados para a economia capixaba

O governo avalia que a chegada da montadora torna a economia do Espírito Santo mais sofisticada e complexa, com potencial para atrair fornecedores e novos investimentos.

Especialistas apontam que além do investimento direto, a instalação de uma fábrica pode gerar efeitos em cadeia, como serviços locais, fornecedores e aumento da demanda por mão de obra qualificada.

Por ora, permanecem as indefinições sobre capacidade e número de empregos que serão gerados, informações que a GWM deve divulgar posteriormente.

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