quinta-feira, junho 4, 2026

Trump Groenlândia: presidente diz que não usará força para tomar a ilha, exige negociação e cobra aliados pelos ‘trilhões de dólares’ gastos na defesa

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Presidente afirma que não recorrerá à força para tomar a Groenlândia, pede negociação com aliados, e exige retribuição pelos ‘trilhões de dólares’ que, segundo ele, os EUA teriam gasto na defesa

O presidente voltou a falar sobre a Groenlândia, afirmando que não pretende usar força para tomar a ilha, e que prefere buscar uma solução por meio de negociação. A declaração reforça a tentativa de deslocar o debate para acordos e compensações.

Ao mesmo tempo, ele direcionou críticas aos parceiros, dizendo que os Estados Unidos têm arcado com custos elevados de defesa e que agora espera alguma forma de retribuição. O tom mistura apreço pela política diplomática com cobranças econômicas.

Na mesma fala, o presidente afirmou também que os EUA gastaram ‘trilhões de dólares’ para defesa de países da Otan e da Europa, e quer retribuição, conforme informação divulgada pelo g1

O que Trump disse sobre Groenlândia

Segundo o relato, a posição de Trump é clara, ele não pretende usar força, e quer negociar, buscando benefícios concretos para os Estados Unidos. A estratégia passa por transformar uma polêmica geopolítica em tema de negociação bilateral ou multilateral.

Reclamações sobre gastos da Otan e da Europa

Na declaração o presidente destacou que os Estados Unidos teriam desembolsado ‘trilhões de dólares’ em defesa de aliados, cobrando que esses países contribuam mais ou ofereçam compensações. A frase ‘trilhões de dólares’ voltou a ser usada como argumento central para justificar exigências.

Implicações diplomáticas e próximas ações

A insistência em negociação, e a cobrança de compensações podem gerar tensão com a Dinamarca, que administra a Groenlândia, e com membros da Otan. Ainda assim, ao descartar o uso da força, a postura sinaliza preferência por pressão política e econômica, em vez de ação militar.

No curto prazo, a expectativa é por conversas diplomáticas e propostas de acordos, enquanto governos europeus avaliam a retórica e calibram respostas para proteger relações estratégicas, sem escalada militar.

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