Usinas de Catanduva e Novo Horizonte investem na entressafra da cana-de-açúcar, desmontam máquinas, reformam colhedoras de até R$ 150 mil e reforçam equipes

Na entressafra da cana-de-açúcar, usinas de Catanduva e Novo Horizonte revisam e desmontam equipamentos, reformam colhedoras, mobilizam mão de obra e planejam logística para iniciar safra

A entressafra da cana-de-açúcar virou período de atividade intensa nas plantas de Catanduva e Novo Horizonte, no interior de São Paulo, com equipes focadas em manutenção e revisão.

Técnicos e operários desmontam máquinas, checam peças e fazem reformas profundas para reduzir falhas e garantir produtividade no próximo ciclo de corte, com atenção à segurança e ao cronograma.

As ações incluem desde intervenções em colhedoras até serviços de prevenção e teste de sistemas, em um esforço para preparar a safra com menor risco de paralisações.

conforme informação divulgada pelo g1

Desmontagem e revisão de máquinas

Na prática, as usinas realizam desmontagens controladas de componentes críticos, com inspeções por etapas e revisões que visam aumentar a vida útil dos equipamentos.

O foco nas máquinas é central nesta entressafra da cana-de-açúcar, porque intervenções agora reduzem a necessidade de paradas emergenciais durante a colheita, quando cada hora parada tem impacto na produtividade.

Reforma de colhedoras e custos

Uma das frentes mais visíveis é a reforma de colhedoras, equipamentos essenciais para a colheita mecanizada, que recebem peças novas, alinhamentos e testes finais antes do retorno ao campo.

Segundo a reportagem, as unidades “reformam colhedoras que custam até R$ 150 mil“, um investimento importante para manter a capacidade operacional e evitar aquisições imediatas.

Força de trabalho e logística

Para executar esses serviços, as usinas mobilizam milhares de funcionários, envolvendo equipes de manutenção, oficinas, suporte técnico e coordenação logística, distribuindo tarefas para otimizar prazos.

O trabalho coordenado durante a entressafra da cana-de-açúcar inclui ainda treinamentos de segurança e ajustes nos processos de transporte interno, tudo para que a colheita comece no tempo previsto.

Impacto na próxima safra

Com máquinas revisadas e equipes treinadas, a expectativa é reduzir paradas não programadas e manter a eficiência em campo, pontos críticos para uma safra rentável.

Essas ações durante a entressafra da cana-de-açúcar refletem planejamento e investimento, fatores que podem influenciar o desempenho operacional e financeiro das usinas na próxima estação de corte.